Bolsa Universitária do DF

Conforme informado pelo governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, saiu o edital para o programa Bolsa Universitária do Distrito Federal, com a proposta de pleitear mais de 2 mil estudantes.

Essas bolsas oferecem o desconto de 70%, nas mensalidades de cursos superiores nas universidades, centros-universitários e faculdades do DF. Onde 50% do valor são custeados pelo governo e 20% pelas instituições de ensino superior.

As exigências são:

  • Ter concluído o ensino médio ou equivalente
  • Renda familiar de até 3 salários mínimos
  • Residir a mais de 5 anos do Distrito Federal;
  • Não ser diplomado em nenhuma graduação;
  • Não ter registro de matricula em nenhuma instituição de ensino superior;
  • Não possuir nenhum auxilio ou bolsa

 

Aqueles que forem pleiteado com a bolsa terão que se comprometer a prestar serviço de 4 horas semanais em atividades definida pelo Governo do Distrito Federal, porém, receberão para isso vale transporte.

 

As inscrições serão feitas pelo sitio da Secretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (sedest), começam no dia 31/01/2009 ás 6h e vai até o dia 15/02/2009 às 23h59min

Clique aqui para baixar o edital

 

quinta 08 janeiro 2009 18:51


Para problemas de instalação dos Sistemas Operacionais

Blog de willams :Zeitgeist!, Para problemas de instalação dos Sistemas Operacionais

Com problemas para instalar os Sistemas Operacionais: Windows Vista, Windows XP, ou Linux referente aos Notebooks da CCE modelos “J” e “W” das linhas Win, Win Star e Win Duo. Eis esta orientação para solucioná-la essa dor de cabeça:

 

 

quarta 03 dezembro 2008 02:10


Como fazer uma resenha

Tendo em vista a necessidade de prover registro de dados e informações, seja para suporte de pesquisa ou anotações, vem à tona a busca por orientações que possam esclarecer como desenvolver esse tipo de sistematização. Percebendo a dificuldade em assimilar tais conhecimentos em cursos superiores de graduação e, a falta de envolvimento por parte de alunos do nível médio, eis aqui algumas orientações básicas sobre a confecção de resenhas, contidas no livro Conversa Sobre Iniciação a Pesquisa Cientifica de Elisa Pereira Gonçalves.

O conjunto de informações desse livro foram colocados de maneira a atender aos conhecimentos de pessoas na pretensa elaboração de um projeto de pesquisa. Suas informações contêm uma linguagem simples, enxuta e de fácil manuseio. Como a autora coloca na introdução: “é uma conversa, ou melhor, o inicio de uma boa conversa sobre algumas regras instituídas do jogo da ciência”.

Então vejamos:

  •  a crítica externa, que ressalta a importância da obra no seu contexto histórico, social, cultural e filosófico;
  •  a crítica interna, que se dedica ao exame do conteúdo da obra
  1.  Referência bibliográfica: em algum lugar da resenha você deve registrar o(s) autor(es) do livro, o título e o subtítulo da obra e a referência completa, inclusive o número de páginas. Algumas pessoas colocam logo na primeira frase da resenha, outros chamam uma nota de rodapé. Não importa o lugar, mas esse é um dado indispensável. '
  2. Credenciais do autor: é interessante oferecer ao r, leitor da resenha informações gerais sobre o autor do livro que você está resenhando, como também em que circunstâncias ele fez o estudo (quando, onde, por quê).
  3. Conteúdo da obra: aqui é o momento do resumo das principais idéias da obra. Pergunte-se sobre o que diz a obra, se tem alguma característica especial, a forma pela qual foi abordado o tema, se exige conhecimentos prévios para compreendê-Ia, que teoria serviu de referência, qual o método utilizado.
  4. Conclusão do(a) autor(a): é importante registrar se o(a) autor(a) faz conclusão, se sim, em que momento (no final do livro ou dos capitulas) e, finalmente, qual foi a conclusão.
  5. Apreciação: esse é o momento mais trabalhoso, que exige mais de quem está elaborando uma resenha porque se refere ao julgamento da obra. Você pode se perguntar sobre o mérito da obra (qual a contribuição dada, se as idéias são criativas, se desenvolve novos conhecimentos, se propõe uma abordagem diferente), sobre o estilo (claro, conciso, objetivo, coerente), sobre a forma (lógica, sistematizada, se há equilíbrio entre as partes, se há originalidade), sobre o lugar de onde fala o autor (onde se situa em relação às diferentes correntes científicas; filosóficas). Nesse momento, também são feitas considerações sobre uma possível indicação da obra (é dirigida a que público?).

sexta 07 novembro 2008 11:56


Déjá vú!

Após oitos anos do trágico incidente ocorrido com o ônibus 174, no Rio de Janeiro, que custou a vida da professora Geisa Firmo Gonçalves, devido à imperícia da policia. Agora, em 2008, a cena toma nova nuances, mas, sempre com o seu ingrediente principal. A imperícia policial.

Dessa vez uma serie de atitudes impensadas foram acrescidas ao caso. A citar, a exposição de uma adolescente à morte. Onde o comandante da operação, sucumbiu aos caprichos do criminoso, em ter permitido o retorno da jovem Nayara, ao local do crime, logo depois de ter sido libertada. Ferindo não somente a integridade física de um cidadão, como também, ignorado a Constituição Federal e o ECA, ao colocar em risco a vida de uma adolescente. Será que esses “profissionais” estão acima da lei, ao ponto de tomarem suas próprias decisões, sem que venham ser penalizadas por isso?

O mais estranho que na madrugada do dia 17/10/2008, o coronel Eduardo José Félix de Oliveira, comandante-geral do Policiamento de Choque da Polícia Militar, noticia de que a jovem Nayara, de 15 anos, tomou a iniciativa de adentrar ao recinto onde se encontrava Lindembergue Fernandes Alves, de 22 anos, e a namorada cativa, Eloá. Voltando a situação anterior de seqüestrada. Ele diz que era uma tática, ou seria mais uma trapalhada?

Para compensar as mancadas anteriores, seus comandados adentram ao ambiente do cativeiro com bombas de efeito moral e tiros, sob a desculpa de que ouviram disparos provenientes do seqüestrador, Lindembergue Fernandes Alves. Tiros esses que, até o momento, nenhum reporte lá presente, e olha que eram muitos, ouviram. A não ser a saraivada do “grupo tático”. Dessa iniciativa saíram a jovem  Nayara, baleada na face e Eloá, alvejada na cabeça e na perna. Se era para acontecer essa atrocidade, então porque todo aquele discurso de “tática”?

Ao menos dessa vez o seqüestrador ainda está vivo, mas, novamente a refém é sacrificada. E até o momento os peritos não deram nenhuma resposta técnica sobre os projéteis que alvejaram as jovens. Será que eram mesmo do seqüestrador ou dos policiais?

Abre-se a porta do corporativismo em detrimento a vida. Alguém por favor, dê uma resposta mais favorável a essa situação que a cada dia somente aumenta, de forma exponencial. Ou podemos montar um caderninho para anotar os nomes das pessoas vitimas daqueles que teriam que servir o cidadão e suas técnicas de genocídio assistido e legal.

sábado 18 outubro 2008 18:20


O Plágio?!

Deste o ano 10.000 a.C , a história abunda em pinturas e escritos que refletem o respeito e a adoração dos povos pelo astro. E é simples entender o porquê, com o seu aparecimento todas as manhãs trazendo a visão, calor e segurança, salvando-nos do breu repletos de predadores. Sem ele, todas as culturas perceberam que não haveria colheitas nem vida no planeta. Estas realidades fizeram do Sol o astro mais adorado de todos.

Todavia, os povos estavam também muito atentos às estrelas. As estrelas formavam padrões que lhes permitiam reconhecer e antecipar eventos que ocorrem de tempos em tempos tais como Eclipses e Luas Cheias. Catalogaram grupos celestiais naquilo que conhecemos hoje como constelações.

A cruz do zodíaco, é uma das mais antigas imagens da humanidade. Representa o trajeto do sol através das 12 maiores constelações, no decorrer de um ano. Também representa os 12 meses do ano, as 4 estações, solstícios e equinócios. O termo Zodíaco está relacionado com o fato de as constelações serem antropomorfismos, ou personificações, como pessoas, ou animais. Por outras palavra, as primeiras civilizações não só seguiam o Sol e as estrelas, como também as personificavam através do mito que envolviam os seus movimentos e relações.

O sol, com o seu poder criador e salvador também fio personificado à semelhança de um Deus todo-poderoso. Conhecido como “Filho de Deus” luz do mundo, salvador da humanidade. Igualmente, as 12 constelações representaram estações de estadias para o “Filho de Deus” e foram nomeadas, e normalmente representados por elementos da natureza que aconteciam nesses períodos de tempo. Por exemplo, “Aquarius”, o portador da água que traz as chuvas da Primavera.

Hórus, Deus Sol do Egito por volta de 3.000 a.C ele é o Sol, antropomorfizado, e a sua vida é uma série de mitos alegóricos que envolvem o movimento do sol no céu. Dos antigos  hieróglifos Egípcios se conheceu muito sobre este Messias solar. Por exemplo, Hórus, sendo o Sol, ou a Luz, tinha como inimigo o Deus “Set” e Set era a personificação das trevas ou noite e metaforicamente falando, todas as manhãs Hórus ganhava a batalha contra Set – quando ao fim da tarde, Set conquistava Hórus e o enviava para o mundo das trevas. Será importante frisar que “Trevas vesus Luz” ou “Bem versus Mal” tem sido uma dualidade mitológica onipresente e que ainda hoje é utilizada a muitos níveis. No geral, a história de Hórus é a seguinte: Hórus nasceu a 25 de Dezembro da virgem Isis-Meris. O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela a Leste, que por sua vez, fio seguida por 3 Reis em busca do salvador recém-nascido. Aos 12 anos, era uma criança prodígio. E aos 30 foi batizado por uma figura conhecida por Anup e que assim começou o seu reinado. Hórus tinha 12 discípulos e viajou com eles, fez milagres tais como curar os enfermos e andar sobre a água. Hórus também era conhecido por vários nomes tais com A Verdade, A Luz, o Filho Adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus entre muitos outros. Depis de traído por Tifão, Hórus fio crucificado, enterrado e ressuscitou 3 dias depois. Estes atributos de Hórus, originais ou não, aparecem representados em varias culturas mundiais, e em muitos outros deuses encontrados com as mesmas estruturas mitológicas.

Attis, de Phyrugia, nasceu da virgem Nana a 25 de Dezembro, crucificado, colocado no tumulo e 3 dias depois, ressuscitou.;

Krishna, Índia, nasceu da virgem Davaki com uma estrela no Ocidente a assinalar a sua chegada, fez milagres em conjunto com os seus discípulos, e após a morte, ressuscita;

Dionísio da Grécia nasce de uma virgem a 25 de Dezembro, fio um peregrino que praticou milagres tais como transformar a água em vinho, e é referido com “Rei dos Reis,” “Filho prodígio de Deus”, “Alpha e Omega”, entre muitas outras coisas. Após a sua morte, ressuscitou.

Mithra, da Pérsia, nasceu de uma virgem a 25 de Dezembro, teve 12 discípulos e praticou milagres, e após a sua morte foi enterrado, e 3 dias depois ressuscitou, também era referido como “A Verdade”, “A Luz”, entre muitos outros. Curiosamente, o dia sagrado de adoração a Mithra era a um Domingo.

 

O que importa salientar aqui é que “existiram” inúmeros salvadores, dependendo dos períodos, em todo o mundo, que preenchem estas mesmas características.

A questão mantém-se : por que estes atributos. Por que o nascimento de uma virgem num dia 25 de Dezembro, por que a morte e a ressurreição após 3 dias, por que os 12 discípulos ou seguidos?

Para descobrir  o por quê vamos examinar o mais recente dos Messias solares.

Jesus Cristo nasceu da virgem Maria num dia 25 de dezembro em Belém, e foi anunciado por uma estrela a Leste, que seria seguida por 3 reis magos para encontrar e adorar o salvador. Tornou-se pregador aos 12 anos, e aos 30 foi Batizado por João Batista, e assim começou o seu reinado. Jesus teve 12 discípulos com quem viajou praticando milagres tais como curar pessoas, andar na água, ressuscitar mortos, e também foi conhecido como o “Rei dos Reis”, o “Filho de Deus”, a “Luz do Mundo”, “Alpha e Omega”, “Cordeiro de Deus” e muitos outros. Depois foi traído pelo seu discípulo Judas e vendido por 30 pratas, foi crucificado, colocado num tumulo, 3 dias depois ressuscitou e ascendeu aos céus.

Primeiro de tudo, a seqüência do nascimento é completamente astrológica.

As estrelas no horizonte Leste é Sirius, a estrela mais brilhante no céu noturno, que, a 24 de Dezembro, alinha-se com as 3 estrelas mais brilhantes no centurião de Orion. Estas 3 estrelas são chamados hoje como também eram chamadas então: “3 Reis” . os 3 Reis e a estrela mais brilhante, Siriun, todas apontam para o nascer do sol no dia 25 de Dezembro. Esta é a razão pela qual os Três Reis “seguem” a estrela a Leste, numa ordem para se direcionarem ao do Nascer do Sol. A Virgem Maria é a constelação Virgem. Em latim é Virgo. Virgo também é referida como a “ Casa do Pão”, e a representação de Virgo é uma virgem a segurar um feixe de espigas de trigo. Esta “Casa do Pão” e seu símbolo das espigas de trigo representam Agosto e Setembro, altura das colheitas. Por sua vez, Bethlehem, é a tradução à letra de “ A Casa do Pão”.  Bethlehem é também a referencia á constelação de Virgem, um lugar no Céu, não na Terra.

Outro fenômeno muito interessante que ocorre  a 25 de Dezembro é o solstício de Inverno. Entre o solstício de Verão ao solstício de Inverno, os dias tornam-se mais curtos e frios. Na perspectiva de quem está no Hemisfério Norte, o sol parece mover-se para sul aparentando ficar menor e fraco, ocorre o encurtar dos dias e o fim das colheitas, conforme se aproxima o solstício de Inverno simbolizando a morte. A morte simbólica do sol, no Vigésimo segundo dia de Dezembro, o falecimento do Sol está  completamente realizado, o Sol, tendo se movido continuamente para o sul durante 6 meses. Atinge o seu ponto mais baixo no céu. Aqui ocorre uma coisa curiosa: o Sol parece deixar de se movimentar para o sul, durante 3 dias. Durante estes 3 dias, o Sol se encontra nas redondezas da Constelação do Cruzeiro do Sul, Constelação de Crux ou Alpha Crucis. Depois deste período a 25 de Dezembro, o Sol move-se, desta vez para norte, criando a perspectiva de dias progressivamente mais longos, o calor e a Primavera, e assim se diz: que o Sol morreu na Cruz. Esteve morto por 3 dias, apenas para ressuscitar ou nascer uma vez mais.

Esta é a razão pela qual Jesus e muitos outros Deuses do Sol partilham a idéia da crucificação, morte de 3 dias e o conceito da ressurreição. É o período de transição do Sol antes de mudar seu sentido para o Sul e dirigir-se ao Norte trazendo ao Hemisfério Norte a Primavera e assim: a salvação.

Todavia, eles não celebram a ressurreição do Sol até o equinócio da Primavera, ou Páscoa. Isto é porque no Equinócio da Primavera, o Sol domina oficialmente “o Mal”, “as Trevas”, assim como o dia se torna progressivamente maior que a noite, e  o revitalizar da vida na Primavera emerge.

Agora, provavelmente a analogia mais obvia de todas neste simbolismo astrológico são os 12 discípulos de Jesus. Eles são simbologicamente as 12 constelações do Zodíaco, com que Jesus, sendo o Sol, viaja. De fato, o número 12 está sempre presente ao longo da Bíblia.

  • 12 tribos de Israel
  • 12 Irmãos de Jose
  • 12 juizes de Judá
  • 12 profetas
  • 12 reis de Israel
  • 12 príncipes de Israel

 

Voltando à Crus do Zodíaco, o elemento figurativo da vida é o Sol, isto não era uma mera representação artística ou ferramenta para seguir os movimentos do Sol, era também um símbolo espiritual Pagão, uma logografia similar a isto. Isto não é um símbolo do Cristianismo. É uma adaptação pagã da cruz do Zodíaco. Representação essa que aparece em algumas igrejas cristãs do mundo de hoje.

Esta é a razão pela qual Jesus nas primeiras representações era sempre mostrado com a sua cabeça na cruz, Jesus é o Sol, Folho de Deus, a Luz do Mundo, o Salvador a erguer, que “renascerá”, assim como o faz todas as manhãs, a Glória de Deus que defende contra as Forças das trevas, assim como “renascer” a cada manhã, e que pode ser “visto através das nuvens”, “Lá em Cima no Céu”, com a sua “Coroa de Espinhos”, raios de sol.

  • Mateus 28:20
  • Mateus 12:32
  • Mateus 13:39
  • Mateus 24: 3
  • Luca 18:30
  • Corintios 3
  • Corintios 10

Agora, nas muitas referencias astrológicas ou astronômicas na Bíblia , uma das mis importantes  tem a ver com o conceito de “Eras”. Através das escrituras há inúmeras referencias ao termo “Era”. Para compreender isto, precisamos primeiro estar familiarizados com o fenômeno da precessão dos Equinócios.

Os antigos Egípcios assim como outras culturas antes deles, reconheceram que aproximadamente de 2150 em 2150 anos o nascer do Sol durante o Equinócio da Primavera, ocorria numa diferente constelação do Zodíaco. Isto tem a ver com a lenta oscilação angular que a Terra possui enquanto roda sobre o seu eixo. É chamada de precessão porque este eixo caminha para trás nas constelações, em vez de cumpri o seu ciclo anual normal. O tempo que demora cada precessão através dos 12 signos é de 25,765 anos. Este ciclo completo é chamado também, de “Grande Ano”, e algumas civilizações ancestrais conheciam-no bem. Referiam-se a cada ciclo de 2150 anos como uma “Era” ou “Eon”. De 4300 a.C a 2150ª.C foi a “Era do Touro”. De 2150 a.C a 1d.C foi a “Era de carneiro”,  de 1 d.C a 2150 d.C é a “Era de Peixes”. A Era em que permanecemos nos dias de Hoje, e por volta de 2150, entraremos na nova Era: “Era de Aquarius”.

Agora, a Bíblia refere-se, por alto, ao movimento simbólico durante 3 Eras, quando se vislumbra já uma quarta. No Velho Testamento, quando Moises desce o Monte Sinai com os 10 Mandamentos, ele está perturbado ao ver a sua gente adorando um Bezerro dourando. De fato, ele até partiu as pedras dos 10 mandamentos e disse a todos para se matem uns aos outros para purgarem o mal (Êxodo 32). As maiores partes dos estudiosos da Bíblia atribuem esta ira de Moises ao fato de os Israelitas estarem adorando um falso ídolo, ou algo semelhante. A realidade é que o Bezerro Dourado é Taurus, e Moises representa a nova Era de Carneiro. Esta é a razão pela qual os Judeus ainda hoje assopram  um Cifre de Carneiro. Moises representa a nova Era de Carneiro, e perante esta, todos têm de “largar” a anterior.

Outras divindades tais como Mithra marcam esta transição também. Um Deus pré Cristão que mata o Touro, na mesma linha simbólica.

Agora Jesus é a figura representativa da Era seguinte à de Carneiro, a Era de Peixes, ou dos 2 peixes. O simbolismo de Peixes é abundante no Novo Testamento, assim com Jesus alimenta 5.000 pessoas com pão e “2 peixes” (Mateus 14:17). No inicio enquanto caminhava ao longo da Galiléia, conhece 2 pescadores, que o seguem. Agora reflita se voltar a ver um adesivo “Jesus-fish”, “Senhor Jesus” ( circunscrito numa figura de peixe), na traseira dos carros , muito poucos sabem o que aquilo no fundo representa. É um simbolismo astrológico pagão para o reinado do Sol durante a Era de Peixes. Jesus assumiu também que a data do seu nascimento é também a data do inicio desta Era , a próxima passagem será depois de ele ir embora, Jesus responde: “Eis que quando entrardes na cidade, encontrareis um homem levando um cântaro de água segui-o até à casa em que ele entrar.”  (Lucas 22:10). Esta escritura é de longe a mais reveladora de todas as referencias astrológicas. O homem que leva um cântaro de água é Aquarius, o portador da água , que é sempre representado como um homem a despejar uma porção de água . ele representa a Era depiis de Peixes, e quando o Sol sair da Era de Peixes, entrará na Casa de Aquarius, e Aquarius é a constelação que se segue a Peixes na precessão dos equinócios. Tudo o que Jesus diz é que depois da Era de Peixes chegará a Era de Aquariu.

Agora, já todos ouvem falar sobre o fim do mundo. À parte o lado cartunista explicito no Livro de Apocalipse, a espinha dorsaç desta idéia surge em Mateus 28:20, onde Jesus diz: “Eu estarei convosco até ao fim do mundo”. Contudo, na tradução Inglesa da Bíblia, a palavra “mundo”, está mal traduzida, no meio de outras más traduções. A palavra realmente usada era “aeon”, que significa Era. Eu estarei convosco até ao fim da era. O que no fundo é verdade, Jesus como personificação Solar de Peixes irá ser substituída quando o Sol entrar na Era de Aquário. Este conceito de fim dos tempos e do fim do mundo é uma má interpretação desta alegoria astrológica.

Vamos dizê-lo: há aproximadamente 100 milhões de Americanos que acreditam que o fim do mundo está próximo. Além disso, o fato de Jesus ser literal e astrologicamente um hibrido, só demonstra  o quando Jesus é um mito paralelo ao do Deus- Sol Hórus do Egito. Por exemplo, inscrito à 3.500 anos atrás, nas paredes do Templo de Luxor do Egito, estão imagens da anunciação, da imaculada concepção, do nascimento e da adoração a Hórus. As imagens começam com o anúncio à virgem Ísis de que ela irá gerar Hórus, que Nef, o Espírito Santo irá engravidar a Virgem, e depois o parto e a adoração.

 E que é não mais do que o milagre da concepção de Jesus. Na verdade, as semelhanças entre Hórus e Jesus são flagrantes.

sábado 18 outubro 2008 02:52


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